quinta-feira, 30 de junho de 2011

Festival Marés Vivas 2010 - Uma Maré de Gente no Marés Vivas (15 de Julho)

Gaia | 15, 16 e 17 Julho 2010
 

Começou ontem, dia 15 de Julho, o Festival Marés Vivas. O cartaz prometia bons momentos, óptimas vibes e grandes concertos – e assim foi. As portas abriram às 17h, e logo começaram a chegar os festivaleiros nortenhos, sedentos de bons momentos musicais. Era noite de grandes nomes – no cartaz, constavam nomes como os britânicos Morcheeba, os excêntricos Goldfrapp e os portuenses GNR. E ainda só falamos no Palco TMN. O Palco Moche, dedicou-se um pouco mais à música portuguesa e optou por ajudar a divulgar bandas como os Dr1ve e os Lobo.

 

Dr1ve
Dr1ve
 
Dr1ve
Dr1ve 

Por volta das 19h20, começaram a ouvir-se os primeiros acordes dos Lobo, no Palco Moche. Com um som pop-rock, animaram o fim de tarde à margem do rio, para todos os presentes. À medida que os fãs de música iam entrando, iam-se juntando no Palco Moche, ou decidiam conhecer um pouco o recinto, antes que a noite caísse. Foi ainda antes do sol se pôr, que os Dr1ve subiram ao palco, chamando mais algumas pessoas àquele local específico do recinto. Uns entravam, outros saíam. Tentavam conhecer um pouco de tudo. Beto, o vocalista dos portugueses Dr1ve, apelava ao público, pedia palmas e… gritos! Mas o culminar do concerto deu-se quando os mesmos tocaram a conhecida música “A Wish”, que na versão original presente no álbum, conta com a participação especial de Lúcia Moniz.  O público foi ao rubro e cantou, em uníssono com Beto a canção completa.
 

Dr1ve
Dr1ve
 
Dr1ve
Dr1ve
 
Já o Palco TMN, o palco principal, apenas começou a espalhar música por volta das 22h10. Foi a vez dos Morcheeba moverem multidões para a frente do palco. Aos poucos e poucos, o recinto foi enchendo e cada vez mais pessoas mataram a curiosidade de ver o regresso da nova vocalista dos Morcheeba, Skye, e saber quais eram as músicas, tanto do novo álbum, como de álbuns antigos, que fariam parte da setlist da noite. Skye entrou no palco, ostentando um vestido vermelho, feito pela mesma – como fez questão de mencionar. Perguntou ao público, após umas músicas “Do you like my dress?” e quando viu que a resposta foi positiva, no meio de gritos e palmas, respondeu “I made it myself. I actually did!”.
 
Morcheeba
Morcheeba
 
Morcheeba
Morcheeba
 
A banda do Reino Unido alternou entre álbuns, cantando músicas do novo Blood Like Lemonade e tocando também clássicos como “Otherwise” e “Rome Wasn’t Built In a Day”.

 
Morcheeba
Morcheeba
 
Após aquecerem o público numa noite que se mostrou um pouco fresca, depois do forte o sol da tarde, os Morcheeba despediram-se após mais de 1h de concerto. Com o público já de vozes afinadas e músculos prontos para saltar e dançar, eis que entram os Goldfrapp. Alison Goldfrapp, com um vestido brilhante e uns saltos altíssimos, cantou e pulou sem mostrar uma pequena ponta de cansaço. Os seus companheiros de banda, alternavam entre instrumentos, passando de violino para piano, e vice-versa. Com um par de ventoinhas gigantes na parte da frente do palco, o ar direccionava-se directamente para Alison, que abanava os seus caracóis dourados ao “som do vento”. A música electrónica encheu de vida todo aquele recinto, composto por “pequenos e graúdos” – um público de todas as idades.
 
Goldfrapp
Goldfrapp
 
Goldfrapp
Goldfrapp
 
A noite acabou com os portuenses GNR, que cantaram músicas como “Dunas”, “Efectivamente” ou até “Sangue Oculto”. Rui Reininho, mostrou-se um Mestre de Cerimónias à altura, e fez com que toda a gente se sentisse “em casa”, mesmo estando à beira mar.

O primeiro dia deste festival contou com cerca de 16 mil pessoas. Os próximos dois dias esperam muitas mais. Hoje é dia de Placebo, A Silent Film, o português David Fonseca e os cabeça de cartaz, Peaches. 


© TuGuitarras & Marta Ribeiro 

Joss Stone & Os Apaixonados

Porto | Coliseu | 14 de Fevereiro de 2010

 
Joss Stone
Joss Stone
 
Que melhor data poderia Joss Stone escolher para dar um concerto com toda a sua “soul” que não o dia dos namorados? Foi isso mesmo que aconteceu no Porto. Joss Stone encheu a alma de todos os presentes (a maioria deles apaixonados e acompanhados pela sua cara metade, por se tratar do dia de S. Valentim) de boa
música, boas vibrações e muita simpatia.
Foi rodeada de um público bastante maduro (ao contrário do que aconteceu em todos os outros concertos dados em Portugal – Vilar de Mouros em 2005, Rock In Rio em 2008 e Expofacic de Cantanhede em 2009) que Joss Stone cantou e encantou o povo nortenho. Num concerto que contou com o patrocínio da RFM e Sic Mulher, encheu o Coliseu do Porto, esgotando todos os bilhetes, tanto para a plateia como para as galerias e camarotes.
 
Miguel Gameiro
Miguel Gameiro
 
A primeira parte do concerto ficou a cargo de Miguel Gameiro, ex-Pólo Norte, que apesar de uma das primeiras músicas que cantou se chamar “Lisboa”, conseguiu conquistar o público portuense e fazer com que cantasse com ele do início ao fim. O cantor até brincou com a situação dizendo que “estava em casa a pensar no alinhamento do concerto e a pensar como é que ia cantar ‘Lisboa’ no ‘Porto’?”. Apesar de apresentar algumas músicas do seu novo disco a solo, “A Porta Ao Lado”, cantou também músicas da sua antiga banda, Pólo Norte, como a tão conhecida “Dança”. Num acto destemido e de interacção com o público, chegou mesmo a descer do palco e a aventurar-se a cantar no meio da audiência, percorrendo todo o espaço da plateia, que começava nessa altura a encher.
Após uma primeira parte que durou cerca de 30 minutos, Miguel Gameiro terminou a sua presença em palco com uma balada dedicada a todos os “pombinhos” presentes no local, chamada “Aquela Canção".
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Foi por volta das 22h que a tão esperada menina do soul entrou em palco. Após muitos aplausos e gritos entusiásticos, eis que se apresenta Joss Stone, de calção curto preto e top comprido com as palavras “Love” escritas no centro – muito apropriada para ocasião, sem qualquer dúvida – e claro está, descalça. Abriu o “show” com um dos seus maiores sucessos, “Super Duper Love”. Agarrada ao seu micro, que tem sempre preso no suporte um lenço da sorte, expôs a sua voz e toda a sua alma, juntamente com a fantástica banda que a acompanha (sem esquecer as duas vozes do coro). A inglesa aproveitou para cantar as músicas mais conhecidas da sua carreira, relembrando ao público os seus anteriores álbuns, não sem antes agradecer, em português, aos fãs que estavam presentes. Com um tímido “obrigada”, complementou o seu agradecimento dizendo (já em inglês) que o seu portugês se resumia apenas a essa palavra, mas que a língua lusa era sem dúvida a sua língua favorita em todo o mundo. “It’s so sexy!”, acrescentou.
 
Do primeiro álbum - Soul Sessions - cantou “Super Duper Love”, “Fell In Love With a Boy” e “Some Kind Of Wonderful”; já no que diz respeito ao segundo trabalho – Mind, Body And Soul – músicas como “Jet Lag”, “You Had Me” e “Less Is More”, fizeram as delícias do público. Foi do terceiro álbum da jovem inglesa de 22 anos – Introducing Joss Stone – que se cantaram mais músicas, sendo elas “Tell Me Bout It”, “Tell Me What We’re Gonna Do Now”, “Music”, “Put Your Hands On Me Baby” e “Baby, Baby, Baby”. Por fim, Jocelyn Eve Stocker (o nome verdadeiro de Joss Stone), apresentou algumas músicas do seu mais recente trabalho – Colour Me Free - (que ainda não foi lançado em Portugal), contando entre elas “Free Me” (que é o primeiro single deste novo trabalho), “Could Have Been You”, “Big Ol Game” e “Girlfriend On Demand”, que foi cantada no encore, numa rendição extremamente comovente e cheia de sentimento por parte da cantora.
 
Os temas foram apresentados sem uma ordem certa ou seguindo qualquer tipo de regra, no que diz respeito aos álbuns aos quais pertenciam. Assim sendo, após apresentar todos os temas, Joss retirou-se, só voltando para o normal e tão esperado encore. Quando regressou, cantou “Girlfriend On Deman”, do seu mais recente trabalho (como já foi referido) cantando apenas acompanhada do seu pianista de muita emoção.
No fim da actuação, retirou-se por mais alguns minutos para depois voltar com um molho de rosas na mão, as tais que normalmente dá ao público em todos os concertos.
 
E foi assim que Joss Stone passou o seu dia dos namorados, rodeada de boa música, boas vibes, um fantástico público (que sabia de cor praticamente todas as músicas e se mostrou incansável durante todo o concerto) e muito amor, juntamente com muita soul!


 
Joss Stone
Joss Stone no Coliseu do Porto
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone

 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone

 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
Joss Stone
Joss Stone
 
 
© TuGuitarras & Marta Ribeiro

Ana Free em formato acústico na Benedita

Benedita | 23 de Janeiro de 2010


Indiscutível o talento de Ana Free. Sem precisar de encher o teatro, encantou e conquistou todos os que fizeram questão de marcar presença no Centro Cultural Gonçalves Sapinho, na Benedita, no passado dia 23 de Janeiro.

Ana Free
Ana Free
 
Num registo acústico ao qual já nos habituou, mostrou os seus maiores sucessos e aqueles que, ainda não sendo conhecidos de todo o público, acabarão por o ser,mais cedo ou mais tarde. Músicas como Keep On Walking, In My Place, Chained e Questions In My Mind (que será o próximo single da cantora, com lançamento previsto para a primavera, juntamente com o seu EP) puseram todo o auditório a cantar e a dançar. Mas não só de originais se fez este concerto, e foi também com covers de sucessos actuais, músicas conhecidas de toda a gente, como Use Somebody dos Kings Of Leon, Sunday Morning dos Maroon 5, ou até com dois medleys (um de música Pop, com músicas como Genie In A Bottle de Christina Aguilera, Scrubs de TLC, One Time de Justin Bieber, e um de música portuguesa com hinos lusos de Xutos e Pontapés, Madredeus, Rui Veloso, Expensive Soul, Hands On Approach e Buraka Som Sistema) que Ana Free conseguiu captar a atenção das (grandes) dezenas de fãs presentes no recinto.
 
Ana Free e João Gomes
Ana Free e João Gomes
 
Com direito a ovações em pé e uma chuva de rosas, que inundaram o palco e surpreenderam a jovem, terminou o concerto de uma forma a que toda a gente se tenha sentido impelida a pedir um encore. Pequenos (que tinham estado a dançar à frente do palco) e graúdos, gritaram a plenos pulmões para que a luso-britânica voltasse ao palco para mais uma música.
 
Ana Free
Ana Free
 
Por fim, é sem dúvida preciso falar da equipa técnica e do companheiro de palco, João Gomes (mais conhecido como JK, teclista de artistas de renome nacional como Sam The Kid, Cool Hipnoise e Mercado Negro) que com mestria no teclado, acompanhou Ana Free e a ajudou a marcar um ritmo ainda mais forte do que aquele que marcaria se estivesse apenas acompanhada da sua guitarra.
 
João Gomes e Ana Free
João Gomes e Ana Free
 
Os comentários no fim do concerto foram unânimes, e entre todos os espectadores ouviram-se palavras de incentivo à artista, elogiando a sua prestação em palco e reafirmando a doçura da sua voz.
Sem qualquer dúvida, uma óptima forma de recomeçar com os concertos. Um concerto para ver e ouvir, mais do que uma vez. Será que este bom começo será um bom presságio para o resto de 2010? Decerto que sim.
 
Ana Free
Ana Free

 
Ana Free
Ana Free
 
Ana Free
Ana Free
 
João Gomes e Ana Free
João Gomes e Ana Free
 
Ana Free
Ana Free
 
Ana Free
Ana Free
 
Ana Free
Ana Free
 
Ana Free
Ana Free

© TuGuitarras & Marta Ribeiro 

Ana Free em Estarreja

Estarreja | 19 de Setembro de 2009

 

Ana Free

Ana Free

 

Ana Free

Ana Free

 

Ana Free

Ana Free

 

Ana Free

Ana Free

© TuGuitarras & Marta Ribeiro